domingo, 22 de maio de 2011

QUATRO PISTOLEIROS EM FÚRIA - (1972)

Fotos do filme quatro pistoleiros em furia, cedidas pelo nosso amigo José Carlos de goiania - GO, José carlos foi um dos amigos de nosso idolo tony vieira, ele teve o privilegio de acompanhar o tony Vieira e a Cleusa em muintas viagens no sertão da bahia.















Material original
35mm, COR, 58min20seg, 1.600m, 24q, Eastmancolor, RCA, 1:1'37


Data e local de produção
Ano: 1972 , País: BR Estado: SP


Data e local de lançamento
Data: 1972.06.16
Local: Varginha - MG


Sinopse
Devido ao rapto de sua mulher pelo bando de Sabaúna, o pistoleiro Caviúna convoca o pai e os irmãos daquela para um massacre em nome da justiça. Traçam os planos, preparam uma cilada e liquidam o esconderijo dos bandidos.

Gênero
Faroeste
Dados de produção

Companhia(s) produtora(s): Edward Freund Produções Cinematográficas
Produção: Freund, Edward; Vieira, Tony
Gerente de produção: Hampe, Adilson
Companhia(s) distribuidora(s): Servicine - Serviços Gerais de Cinema Ltda.; U.C.B. - União Cinematográfica Brasileira S.A.
Argumento: Freund, Edward
Roteirista: Freund, Edward
Co-roteirista: Vieira, Tony
Direção: Freund, Edward
Direção de fotografia: Freund, Edward
Operador: Borges, Henrique
Técnico de som: Vitale, Antonio; Nanni, Raul
Montagem: Freund, Edward
Música de: Gomes, Carlos;
Locação: Fazenda Sabaúna, Mogi das Cruzes - SP
Identidades/elenco:
Vieira, Tony
Rodrigues, Marlene
Freund, Edward
Gaiotti, Heitor
Astrogildo Filho
Campos, Marina
Villa, Paulo
Batatinha
Lopes, José
Moreira, J.
Soares, Francisco de Assis
Rodrigo, Coriolano
Maribel
Mariano Sobrinho, Iragildo
Alencar, Teddy
Mathias, Otávio
Valéria
Regina, Mara
Hampe, Adilson
Vasquez, Antônio
Deniz, Rita
Oliveira, Agostinho Franco de
Santos, Benedito Urbano dos
Hampe, Aderson
Santos, José Francisco dos
Siqueira, Maria Fernandes de
Kuroso, Sonia
Mattos, Leonilce Aparecida
Santos, Rita de Cassia
Ferreira, Elza
Nascimento, Neusa
Barrêto, Jovina Gonçalves
Druziani, Valdomira
Mayer, Patricia
Participação especial Restier, Renato; Rosa, Ana; Alimari, Mario

domingo, 8 de maio de 2011



Panca de valente




Título: Panca de Valente
Gênero: Faroeste
Duração: 99 min.
Lançamento: 1968
Direção e Roteiro: Luís Sergio Person
Elenco: Átila Iório, Marlene França, Jofre Soares, Tony Vieira, Bibi Vogel, Roberto Ferreira, Líbero Ripoli Filho, Cacilda Lanuza, Chico Martins, Durval de Souza...

Uma quadrilha de cowboys assaltam o poder da velha cidadezinha. No lugar decidem que o próximo Xerife deveria ser Jerônimo, o herói mais pulsilânime de Espalha Brasa. Jerônimo é inofensivo e objeto de riso de seus opositores que lhe colocaram no poder. Junto com Pitu (o menino) e Tony Vieira, Jerônimo tentará se tornar forte e valente o bastante para enfrentar o grupo. Mistura ação, aventura, comédia e muita crítica social de maneira natural. Personagens muito bem construídos. Clássico do gênero.A/:V Excelente. Matriz: Canal Brasil.

Filme: Calibre 12 - 1988








Título: Calibre 12
Gênero: Ação / Western Feijoada
Lançamento: 1988
Duração: 90 min.
Fotografia: Henrique Borges
Direção: Tony Vieira
Montagem: Valmir Dias
Produção: M.Q. Cinematográfica
Eletricistas: Zé da Serra, Claudinei Mota, Geraldo Damaceno
Elenco: Tony Vieira, João Amorim,. Heitor Gaiotti, Cleuza Ramos, Lia Gonçalves, Sueli Morita, Altair Amorim, Nivalda Amorim, Bete Salgado, Nadia Tel, José PLoppes, Juliana Albuquerque, Otávio Amorim, Alberto Amorim, Jonival Amorim, Chico Jacaré, Francisco Morais, Gilberto nunes, Gilcimar de Oliveira, Hitagibe Carneiro...


"Este filme foi rodado na região de Lajes, Santa Catarina". Conta com belíssimas pradarias filmadas a céu aberto, seria a típica tranquilidade sulista, se não fosse pela exagerada troca de tiros entre vingadores, assassinos de aluguel e delinquentes do interior do Brasil. Uma história sobre vinganças e destinos que se cruzam, resultando em extrema violência. O enredo é completamente alucinado, diálogos barra pesada, conteúdo underground, inclui vilões estilizados como punks com "A" na jaqueta e tudo o mais. Um Bang-bang de primeira, muito tiro e ação, mulheres armadas, vingança, encenações de estupros. Tudo começa quando um grupo de deliquentes, sem motivos, assassinam a esposa e o filho único de um Garimpeiro, que sai em busca de vingança. Em seu caminho, o Garimpeiro (Tony Vieira) encontra alguns aliados para caçar o grupo, incluindo o personagem de Heitor Gaiotti e o João "Cantador" Amorim, que se vê obrigado a pegar em armas para proteger o seu amor... Recomendadíssimo para apreciadores do melhor do Cinema Independente. Matriz: VHS. A/V: Excelente.

Filmes nacionais raros


Mauri Queiroz... Vulgo: Tony Vieira; foi um ator, diretor e produtor de cinema brasileiro, marcando a década de 1970/80. Começou atuando no circo e depois na TV; no cinema, coadjuvou filmes de cangaço (Corisco, o Diabo Loiro) e "faroestes" (Panca de Valente). Seu primeiro trabalho como produtor foi Gringo, o Matador Erótico (1972). Formou sua empresa M.Q. (aproveitando as iniciais de seu nome de nascimento para significar "Marca e Qualidade") e produziu quase 20 filmes de ação e aventura, sem nunca deixar de lado o elemento erótico e cômico, bem característico do seu estilo. Seus filmes sempre com baixo orçamento mas de grande apelo popular e sensibilidade artística. Ele, sua mulher (a atriz Claudete Joubert) e Heitor Gaiotti compunham um trio de aventureiros que apareciam em quase todos os seus filmes.

Folha de contagem

http://www.folhadecontagem.com.br/portal/index.php/edicao-da-semana-2009/124--edicao-579-06-a-12112009-/591-luz-camera-acao-contagem-homenageia-o-ator-tony-vieira.html

Folha de contagem

http://www.folhadecontagem.com.br/portal/index.php/edicao-da-semana-2009/124--edicao-579-06-a-12112009-/591-luz-camera-acao-contagem-homenageia-o-ator-tony-vieira.html

Ao fugir de casa, na pequena Dores do Indaiá, no Oeste de Minas, aos 12 anos de idade, o menino Mauri de Oliveira Queiroz, que mais tarde se tornaria Tony Vieira, começava uma história de lutas, que o levaria ao topo da chamada "sétima arte", se tornando um dos expoentes do cinema brasileiro nas décadas de 70 e 80.
O sonho de se tornar artista, levou Mauri a seguir um circo, quando garoto, ainda jovem, aportou em Contagem, onde trabalhou na Transportadora Vitória e na Cia. de Cimentos Portland Itaú, onde começou a carreira de ator no grupo teatral da empresa, indo, em seguida, fazer parte do "cast" da antiga TV Itacolomi, em Belo Horizonte.
Homenagem
No final dos anos 60, Mauri foi para São Paulo, onde atuou em telenovelas, contracenando com os maiores artistas da época, que o levaram para o cinema, que acabou se tornando sua grande paixão, passando de ator a diretor. Assim, começava uma nova fase da vida de Tony Vieira, que retornou a Contagem para colocar a cidade que o abrigara, em dois dos seus filmes, no cenário cinematográfico nacional.


O cineasta
Para assistir e assimilar a obra de Tony Vieira, é preciso conhecer um pouco de sua história de vida e artística, que bem poderia ser argumento ideal para o roteiro de um longa-metragem. Mas, especificamente sobre sua obra, o cineasta se aventurou na criação de histórias bastante ecléticas, flutuando entre os gêneros policial, faroeste e erótico.
Entre 1972 e 1988, Tony realizou 32 filmes, sendo diretor, produtor, roteirista e ator em seus filmes, a maioria deles chamados de "western feijoada", versão erotizada, que fazia para o conhecido estilo de filmes de faroeste americano. Exemplos marcantes são os conhecidos "A filha do Padre", "Os Violentadores", "Sob o Domínio do Sexo", "Traídos pelo Desejo" e "Os depravados", esses dois últimos feitos em Contagem.
Com orçamento baixo e forte apelo popular, os filmes de Tony batiam de frente com a 'pornochanchada' nacional, conseguindo arrebatar grande público na época, sendo que em 1978, emplacou dois filmes na lista das 50 maiores bilheterias, publicada pela revista Filme Cultura. "Torturadas pelo Sexo" e "As Amantes de um Canalha", ficaram logo abaixo da lista encabeçada pelo clássico de Lima Barreto, "Dona Flor e seus Dois Maridos". Em 1988, Tony realizou seu último filme "Calibre 12", sendo que em 1990 retornou para Contagem, onde logo em seguida faleceu, aos 52 anos.
Mesmo com relevante passagem na construção do cinema brasileiro, desde o período do Cinema da Boca do Lixo, na Rua Triumpho, em São Paulo, onde Tony Vieira, que conviveu com nomes de peso do cinema como Glauber Rocha e José Mojica Marins, dentre outros, acabou sendo esquecido, assim como sua obra. Mas agora, a mostra "Tony Vieira o Cineasta de Contagem" vem resgatar a história deste expoente da sétima arte.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Claudete Jaubert


Por Matheus Trunk

Dama dos faroestes e dos filmes de aventura, Claudete Joubert fez sua carreira nos filmes do namorado Tony Vieira. Dizem até que ele sentia certa inveja e não a deixava participar de filmes de terceiros.

Nos filmes da produtora MQ de Tony, ela fez parte do trio de aventureiros com o marido e com o comediante Heitor Gaiotti. A presença de Claudete em películas como “A Filha do Padre” (1975) e “Os Depravados” (1978) a levaram ao estrelato.

Além de ser a protagonista em filmes de aventura da época, a moça conseguiu participar de produções de ponta do cinema da Triunfo. A nossa Xena esteve presente em filmes como “O Inseto do Amor” (1980) de Fauzi Mansur, “O Fotógrafo“ (1980) de Jean Garrett e “O Rei da Boca” (1982) de Clery Cunha.

O pesquisador e professor de história do cinema brasileiro Hernani Heffner fez uma belíssima definição sobre a musa: “Sua imagem de ninfeta ingênua e decidida, espécie de Eliana erótica, tornou-se um dos maiores atrativos de bilheteria da pornochanchada”.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tony vieira


Tony Vieira, artista de uma obra controversa
"Tony Vieira, cineasta de Contagem", a vida e obra do ator, roteirista, produtor e diretor que foi símbolo do cinemados anos 70 e 80. O projeto, idealizado pelo empresário e ator Hytagiba Carneiro, está sendo realizado através da coordenadoria de cultura do município e tem como objetivo contar sobre o pioneiro do bang-bang nacional, cuja história começou em Contagem. Segundo o funcionário da Casa de Cultura, Henrique Dias, a intenção é "desmistificar a imagem de Tony Vieira como um cineasta pornográfico". Para a historiadora Carolina Dellamore, essa visão é equivocada, pois os elementos sexuais são mínimos comparados a outras produções da época. Serão expostos textos, documentos da época e imagens, todas distribuídas em18 painéis. Tony Vieira, que trazia o nome de batismo de Mauri de Oliveira Queiroz nasceu em Dores do Indaiá, interior de Minas Gerais, em 1938. Veio paraContagemcomapenassete anos. Começou a atuar na companhia de teatro da fábricade cimento Itaú, onde trabalhava junto com Hytagiba. Mas sua vida começou a mudar quando o diretor do grupo, José Sebastião Carneiro Filho, decidiu levá-lo para a TV Itacolomi. Depois de algumas reprovações, Tony estrelou a novela "A Garrafa do Diabo". Alguns anos depois, ejáfazendo sucesso em Belo Horizonte, ele se mudou para São Paulo com a ajuda de Moacir Franco. Trabalhou com Mazzaropi e passou a atuarempapéis de "durão" em aventuras como "Panca de Valente" (1968) e "Uma Pistola para Djeca" (1969). A sua primeira produção como diretor foi "Gringo, o Ultimo Montador" (1973). Tony Vieira se consolidou dentro do movimento da "Boca do Lixo", um quarteirão de São Paulo que reunia cineastas de diferentes influências, mas todos com ideias contrarias ao movimento do cinema novo. No total, Tony produziu 32 filmes, sendo que mais de 20 foram de faroeste e policiais. Em 1975 Tony alcançou a marca de 1 milhão de espectadores com o filme "A filha do padre". Em 1976, ele ganhou o prêmio "Astro Boca do Lixo". Poucas pessoas sabem, masTony chegou a filmar dois filmes em Contagem. Em 1990 ele voltou a morar na cidade, e morreu logo após, vítima de um câncer generalizado.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Gregorio 38 de alex prado


Ola amigos fans de tony vieira e fans do alex prado, a cinemateca de sao paulo na vila mariana, estar exibindo alguns filmes antigos, neste mes de maio vai exibir um filme de alex prado.


13.05 | QUINTA
19h30 GREGÓRIO 38

15.05 | SÁBADO
15h00 GREGÓRIO 38
22h00 GREGÓRIO 38

CINEMATECA BRASILEIRA

sexta-feira, 16 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO " TONY VIEIRA- CINEASTA DE CONTAGEM" NA CASA DOS CONTOS EM OURO PRETO


EXPOSIÇÃO " TONY VIEIRA- CINEASTA DE CONTAGEM" NA CASA DOS CONTOS EM OURO PRETO

ABERTURA: DIA 16 DE ABRIL DE 2010 ÀS 19:00 HORAS

EXPOSIÇÃO: ATÉ 01 DE MAIO 2010

VISITAÇÃO: SEGUNDAS de 14 às 20h, TERÇA A SÁBADO de 10h às 20h, DOMINGOS de 10 às 16h

ENDEREÇO: CASA DOS CONTOS - RUA SÃO JOSÉ, 12, CENTRO - OURO PRETO - MG

A Prefeitura Municipal de Contagem, por meio da Secretaria de Educação e Cultura e da Coordenadoria de Cultura, juntamente com o Jornal Tribuna de Contagem idealizou e apresentou a Exposição "Tony Vieira – Cineasta de Contagem" no final de 2009, no Centro Cultural de Contagem, e agora, a mostra visita a Casa dos Contos em Ouro Preto, museu dirigido pela Gerência Regional do Ministério da Fazenda em Minas Gerais.

Inicialmente agendada para o período de 30 de março a 30 de abril, esta exposição, devido às obras emergenciais realizadas na Casa dos Contos, foi adiada para o período de 16 de abril a 1 de maio de 2010.

A exposição, de caráter didático e itinerante, conta a história do ator, roteirista, produtor e diretor Tony Vieira, através de textos, documentos de época e imagens distribuídas em dezoito painéis. A exposição também reúne fotos, roteiros, revistas e objetos do acervo pessoal do ator Hytagiba Carneiro e Toni Murtes, filho de Tony Vieira. Além disso, contará com peças originais dos filmes do cineasta pertencentes ao acervo doado para a "Casa da Cultura Nair Mendes Moreira" de Contagem e que atualmente, estão depositadas no Centro de Referência Áudio Visual (CRAV-BH).

O texto que conta a história de Tony Vieira foi elaborado pela historiadora Carolina Dellamore. A direção de arte da exposição é de Henrique Dias. A mostra tem como curadores, Henrique Dias, Marco Aurélio Godoy, Solange Cunha e Fernando Perdigão.

Recuperar a história do cineasta significa uma grande conquista, pois, ao se divulgar a trajetória esquecida de Tony Vieira, também se descortina parte da história de Contagem e do Cinema Nacional, construída nas décadas de 70 e 80.

Informações:

Carolina Dellamore– (031)3352-5323 / 9776-0863

Marco Aurélio Godoy - (031)3352-5347 / 8895-1283